10. fevereiro 2019

Aldeias Infantis SOS Brasil endossa campanha permanente do combate à violência

O Dia Internacional da Não-Violência serve de reflexão para a luta contra todos os tipos de violações

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O dia 2 de outubro é celebrado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Não-Violência. A data é uma homenagem ao nascimento do líder indiano Mahatma Gandhi, que em 2019 completaria 150 anos, ícone mundial do emprego da paz para a transformação da sociedade, e que foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 78 anos de idade.

Os ideais do uso do diálogo e ações positivas propagados por Gandhi são replicados de forma permanente nos projetos de desenvolvimento social da Aldeias Infantis SOS Brasil. Em todo o mundo, milhares de crianças e adolescentes ainda são vítimas dos mais terríveis tipos de violência, e é dever te todos debater e buscar formas de reverter esta situação.

O Brasil faz parte deste quadro preocupante. Em 2018, o Disque 100, serviço de denúncias contra violações dos direitos humanos, registrou 76.216 casos de violência contra crianças e adolescentes, sendo mais de 17 mil de característica sexual. Nestes casos de exploração e abusos, 70% das ocorrências foram dentro de casa, cometidas por pais, irmãos, tios ou pessoas próximas da vítima.

O país também é líder na América Latina na percepção da sociedade sobre violência praticada contra crianças e adolescentes, segundo um levantamento feito em 13 países do continente pela ONG Visão Mundial. De acordo com a pesquisa, três em cada 10 brasileiros conhecem pessoalmente uma criança vítima de maus tratos.

O Brasil tem ainda uma elevada taxa de suicídio, sendo esta a 2ª principal causa da morte de jovens entre 15 e 29 anos, mostrando outro enorme desafio ao combate a autoviolência.

A Aldeias Infantis SOS Brasil luta diariamente para combater todo tipo de violência. A organização humanitária internacional está espalhada em todas as regiões do país, amplificando a voz das vítimas e tomando providências para que os algozes sejam responsabilizados pelos seus crimes.

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