Cuidados Alternativos 
(Acolhimento)

 

 

Acolhimento de crianças e adolescentes:
proteção em um novo lar 

Nem toda criança e adolescente tem a chance de crescer junto com sua família de origem. No Brasil, mais de 32 mil meninas e meninos enfrentam o afastamento familiar, o acolhimento infantil surge como uma realidade que representa a oportunidade de recomeçar com cuidado, afeto e proteção. É nesse espaço seguro que histórias marcadas por rupturas encontram estabilidade, novas possibilidades de desenvolvimento, convivência comunitária e esperança 


Como funciona o acolhimento infantil na prática? 

O acolhimento infantil é uma medida de proteção realizada quando uma criança ou um adolescente precisa ser afastado de sua família de origem temporariamente em razão da violação de direitos. 
 

Doe agora
 


Quando há uma situação de desproteção infantil, o Conselho Tutelar avalia cuidadosamente caso a caso para enviar as informações obtidas ao Ministério Público. A seguir, caso seja do melhor interesse da criança ou do adolescente, é feito o encaminhamento a um serviço de acolhimento, como da Aldeias Infantis SOS, por decisão judicial, onde será feito o afastamento de sua família de origem temporariamente, sendo o retorno à família a prioridade. Entretanto, quando isso não é possível, existem outras possibilidades, como o encaminhamento para adoção ou outra alternativa para priorizar sua proteção.
    

 

Do abrigo ao cuidado em família e comunidade 


Diferente do modelo antigo de abrigos, que funcionavam como grandes instituições e, muitas vezes, afastavam crianças e adolescentes da convivência social, o serviço de acolhimento infantil atual prioriza o cuidado individualizado e o direito à convivência familiar e comunitária. Isso significa que, além de um lar seguro, meninas e meninos em acolhimento têm acesso à: 
 

  • Educação formal - após ingresso no acolhimento, é realizada a matrícula em escolas estaduais ou municipais, garantindo a permanência escolar no Ensino Básico.  
  • Convívio com a comunidade - participação de atividades culturais e de lazer, mantendo contato com crianças e adolescentes dos entornos, a fim de promover autonomia e socialização. 
  • Reintegração familiar – o melhor lugar para uma criança crescer é junto de sua família. Por isso, a Organização também atua para que viabilizar a retorno da criança junto a sua família de origem.  
  • Serviços socioassistenciais – o acolhimento também garante o acesso a serviços básicos, como acompanhamento em unidades de saúde, programas e benefícios sociais, por meio da articulação com a rede pública local. Essa integração amplia as oportunidades de desenvolvimento para crianças e adolescentes. 
  • Apoio Psicológico - é realizado também um acompanhamento emocional contínuo e individualizado, com o apoio de psicólogos e assistentes sociais que realizam escuta qualificada. 

Conheça nossos projetos dentro do Programa: 

Casa Lar

Acolhimento institucional que reproduz a estrutura familiar com o cuidado de uma Mãe Social.

Família Acolhedora

Modalidade voluntária e temporária em residências de famílias capacitadas pela rede.

Pequena Casa de Acolhida

Proteção integral e suporte especializado para adolescentes gestantes ou mães e seus filhos.

República para Jovens

Moradia provisória e apoio técnico focado na autonomia de jovens em transição para a vida adulta.

Seja um Padrinho SOS e apoie o Acolhimento Infantil 

Transforme um futuro. 

Ao se tornar um apoiador mensal dos nossos serviços de Acolhimento, você contribui para que crianças e adolescentes tenham acesso a proteção, desenvolvimento e acolhimento de qualidade.

5 Motivos para Apadrinhar os Cuidados Alternativos (Acolhimento)

1. Você garante proteção e cuidado contínuos
 Sua doação mensal ajuda a manter um ambiente seguro, acolhedor e estruturado para crianças e adolescentes que precisam de proteção e apoio.

2. Você contribui para o desenvolvimento de cada criança
 O apadrinhamento auxilia no acesso à educação, saúde, lazer e atividades que promovem autonomia, autoestima e oportunidades para o futuro.

3. Seu impacto é duradouro
 Diferente de uma doação pontual, a contribuição mensal permite planejar ações e garantir atendimento contínuo durante todo o ano.

4. Você faz parte de uma rede de transformação
 Ao se tornar padrinho ou madrinha, você se une a pessoas comprometidas em oferecer mais esperança, cuidado e dignidade para quem mais precisa.

5. Pequenos valores geram grandes mudanças
 Com uma contribuição mensal, independentemente do valor, você ajuda a transformar histórias e cria oportunidades para que crianças e adolescentes construam um futuro melhor.

Mais do que uma doação, é a chance de reconstruir uma história. 

 

Dúvidas Frequentes

Além dos direitos básicos, como alimentação, educação e saúde, a organização promove a oportunidade de uma convivência familiar e comunitária para crianças, adolescentes e jovens que sofreram alguma violação de seus direitos, oferecendo a eles a oportunidade de viverem em um lar, convivendo com outras crianças. É na família que buscam exemplos, ganham confiança e auto-estima, aprendem valores éticos e se desenvolvem socialmente

Trabalhamos para a defesa, promoção e garantia integral dos direitos de crianças, adolescentes e jovens, atuando na prevenção do abandono infantil. Reconhecemos a família e a comunidade como protagonistas da proteção e cuidados com as crianças.

O trabalho é realizado por meio do enfoque integral. Trata-se de uma política de atendimento integral a crianças e famílias em situação de vulnerabilidade social. A finalidade deste trabalho é que crianças, adolescentes e jovens assumam seus papeis na sociedade, como sujeitos de direito.

As crianças são encaminhadas por juizes, Varas da Infância e Conselhos Tutelares, geralmente em grupos de irmãos biológicos que não são separados. A organização detém a guarda provisória e excepcional das crianças adolescentes e jovens a ela confiada.

O Processo de adoção é de responsabilidade da Vara da Infância, de acordo com o Art. 50 do Estatuto da Criança e Adolescente que define:
 “A autoridade judiciária manterá, em cada comarca ou foro regional um registro de crianças e adolescentes em condições de serem adotados e outro de pessoas interessadas na adoção".
Sendo assim, o procedimento é procurar a Vara da Infância e Juventude da sua cidade.

No Brasil, vivem até 9 crianças em cada casa-lar e os irmãos biológicos nunca são separados.